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quinta-feira, 30 de junho de 2011

My Life as Glee




Usando nomes de músicas apenas de um artista ou grupo, tente habilmente responder a essas perguntas. Tente não repetir um título da canção. Reponda como "minha vida de acordo com (nome da banda)"



Você é um homem ou mulher: I Know What a Boys Like

Descreva-se: Born This Way

Como você se sente: Turning Tables

Descreva o local onde você vive atualmente: Home

Se você pudesse ir a qualquer lugar, onde você iria: Somewhere Only We Know

Sua forma de transporte preferido: Ride It Me

Sua melhor amiga: Sweet Caroline

Você e sua melhor amiga são: Lean On Me

Qual é o clima: Baby, It’s Cold Outside

Hora do dia favorita: Tonight

Se sua vida fosse um programa de TV, do que seria chamado: (I’ve Had) The Time Of My Life

O que é a vida para você: True Colors

Seu relacionamento: Can’t Fight This Feeling

Seu medo: Rolling In The Deep

Qual é o melhor conselho que você tem a dar: Taking Chances

Pensamento do Dia: Raise Your Glass

Meu lema: Smile

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Think About That....

Amor Sincero

Uma história pode ser apenas uma história, sem comprometer nenhum sentimento da Realidade..... Talvez seja essa razão para acreditar que todas as coisas são realmente possíveis!

Porque não?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Letter .... to Juliet

achando minha felicidade


Querida Julieta,
Não sei se compreenderia meus sentimentos, mas sendo meu amor sincero, espero que conte. Hoje acabei de assistir ao último episódio de uma série que ele me indicou, talvez não entenda bem, mas neste século uma grande parte das pessoas senta à frente das TVs para assistirem cenas encenadas e coreografadas de dramas, tragédias, romances e paixões que imitam minuciosamente a vida ao seu limite, assim como sua história. Não sei se existiu de fato ou foi só através das mãos de Shakespeare, entre a tinta e o papel, mas tenho certeza de que serviu para intensificar e enraizar um ‘ser’ tão sublime nos corações de muitos apaixonados. Trouxe uma forma de consolo e muitas das vezes coragem para se aventurar atrás daqueles que amamos. E por isso agradeço a você por ter-nos mostrado uma das maiores formas de amor e que, trágico ou não, nós apaixonados teimamos a acreditar que em algum lugar você teve seu final feliz.
Pois bem Julieta, escrevo esta carta como uma declaração a um sentimento, que mutuo ou não existe... Ou existiu. E que por mais que não teve seu fim, acredito que a vida seja repleta de coincidências e voltas. Portanto assim, não seja exatamente o fim.
Eu amei. E esse amor ainda existe, pois o tempo pode curá-lo, mas nunca terá forças suficientes para erradicá-lo. Ficará guardado e terá seus momentos de lembranças felizes que me trarão sorrisos, mesmo que às vezes acompanhadas de lágrimas, mesmo as vezes sendo lágrimas de tristeza, e mesmo assim sendo momentos felizes. E que como todo romântico, acredita que um dia poderá tê-lo novamente, mesmo que não o aconteça, mesmo que me apaixone novamente e perdidamente por outro alguém. Essa história foi algo do qual eu gosto especialmente e sempre gostarei, como aprendi com uma Pessoa um dia, todas as coisas são especiais por si só.
Não sei se um dia ele chegará a ler essas palavras ou se irá concordar com os fatos narrados pela minha visão dos fatos. Mas se um dia realmente me disse “eu te amo” como palavras verdadeiras terão ao menos uma lembrança boa de que um dia alguém o amou de verdade. E mesmo que não leia, ficaria feliz se ajudasse alguém a encontrar seu caminho, como uma forma de consolo.
Há aproximadamente sete anos, ainda era uma criança confusa e não tinha nenhuma noção dos meus sentimentos, mas conhecia o amor. O amor pra mim era como uma coisa da qual você gosta muito, da qual mataria por ela, da qual morreria por ela, como o ar com o qual não conseguimos viver. E de repente vejo essa coisa tão preciosa ser arrancada de mim, com momentos que vem à minha mente em flashes curtos, sem áudio e com a imagem turva dos anos. É assim que entendo a perda da minha mãe, como algo tirado de mim ainda pequeno como o ar que eu tive que aprender a viver sem respirá-lo, e dessa forma entendi o que era perder o amor. Até hoje talvez não saiba reconhecê-lo, mas posso dizer que sei reconhecer a perda dele.
Então há sete anos eu o conheci, ele chegou com seu jeito simples de conquistar as pessoas, de conquistar a amizade, entreter e logo te fazer rir. Era simples e simplesmente apaixonante. Logo sentia a necessidade de vê-lo a cada dia, contava os minutos para poder ficar alguns minutos conversando e a cada dia se encantando cada vez mais. Tornamos-nos amigos rapidamente, eu não sabia o grau desse sentimento, pois interiormente parecia buscar algo além, uma criança confusa sem saber que acabara de aprender o que era gostar de alguém.
Julieta, a vida como sempre ouvi e entendi logo cedo, não é um conto de fadas. Assim o Destino tratou de nos separar, se é que acredita em Destino; e conhecendo o fim que se deu o Seu tomo a liberdade de deduzir a resposta. Só que não termina por ai, embora tenha dito que minha história ainda não teve um fim. Logo passado cinco anos, eu ainda tinha a lembrança viva daquele amigo do qual eu sempre gostara. Cheguei a procurá-lo algumas vezes, mas sem sucesso. Foi então que nos reencontramos, como algum tipo de cruzamento de caminhos do qual novamente o Destino parece usar desde antes do seu tempo.
Reavivada a amizade e todos os outros sentimentos que sentira um dia, nossas vidas estavam em caminhos como que em uma via expressa. Eu passara por muitas coisas, ele também; Eu acabara de compreender como eu realmente era e assumir a mim mesmo esta condição, ele já era convicto disso e por essa condição talvez que eu o encontrei comprometido. Enquanto eu, que começara a procurar o que eu realmente queria e ansiava há anos, ainda estava só. Esses fios da vida não atrapalharam nosso convívio, já que eu em momento algum faria papel de Páris na vida de um amigo, mesmo amando-o. Sendo assim um fazia parte da vida do outro sem atrapalhar suas relações, seria um bom fim com um grande “e foram amigos para sempre”, mas essa não seria uma história de amor seria?
Portanto, amando-o e saído desse desejo a necessidade de protegê-lo de toda e qualquer dor, me declarei sem arrependimentos quando o senti triste saindo da sua felicidade habitual. Ele estava prestes a sair da minha vida para se mudar com seu companheiro, que a meu ver não o amava de verdade, ou talvez não eu entendesse seu amor, ‘um amor que o tirou de sua felicidade habitual’. A verdade é que ele se foi e não olhou para trás. E nesses acontecimentos dos últimos dois anos dos sete que o conheço, por assim dizer, ele voltou a conversar comigo, quando terminou com seu parceiro, mas logo se foi novamente e voltou com a mesma pessoa. Nessas idas e vindas, me machuquei muito e perdi um pouco do sentimento que nutria por ele. Mas sua essência estará sempre guardada comigo.
Talvez nunca compreendesse as motivações que o levaram a ir embora. Talvez nunca nos demos à chance de ouvir um ao outro, se abrir um pouco mais para poder levar esse sentimento a uma profundidade maior, mesmo que chegássemos à conclusão de que por maior que seja o sentimento, os “amigos para sempre” não seria uma má idéia. Como passado no fim da série que acabei de ver, na física existem coisas como a Gravidade que nos puxa pra baixo ou a cinética que nos faz continuar para frente, mas sempre damos um jeito de ter por perto, mesmo que por um sentimento, as pessoas que amamos de verdade. E isso é apenas uma verdade simples como uma forma de amar, entreter e rapidamente te fazer sorrir.

P.S: E isso não tem fim...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dots...



A vida às vezes parece como um monte de pontos, tudo misturado e desconectado. Bastante confuso. Mas quando éramos crianças, víamos os pontos de luzes da cidade pela janela do carro, que quando em movimento parecia de alguma forma fazer sentido. Pois todos aqueles pontos naquele momento pareciam simplesmente se conectarem uns aos outros. Que nos faz acreditar que de alguma forma divina se desligar de um ponto não é como ver uma linha na tela apenas ficar reta, porém fazer com que aquele ponto se conecte ao próximo e siga seu caminho. É a vida, que de tão perto, parada ali antes de o carro seguir sua viajem, pela janela, não queremos que faça sentido nenhum. Mas que com o tempo percebemos como tudo isso é grandioso, divertido e bom.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Dead language



Depois de ver alguns episódios da série Life Unexpected (muito bom, assistam ao trailer, vejam na CW, baixem da net, whatever!), comecei a pensar sobre Latim, não que a série tenha a ver com língua morta ou nada do caso. Na verdade a personagem principal Lux, que foi deixada para adoção quando criança recebeu esse nome de uma enfermeira. E “lux” significa luz no latim (hammmm). Daí a história toda da língua morta; por que eu fiquei pensando como ficariam algumas frases ou pensamentos traduzidos para o latim (Ok nada de libertas quae será tamen, pelo amooor).

Eu sou daquele tipo de pessoa que pensa muito, por isso às vezes (tentamos dizer que muito raro) sai muita besteira. Como por exemplo, todo mundo faz quando está naquele lugar reservado, fazendo “nada” com a mão no queixo (pensem gente: ponto de ônibus, sala de espera do dentista, esses lugares ok, rsrs). Em todo caso, pensar demais às vezes pode dar certo (pensamento positivo), então pensei...

... Como é bacana ter um status diferenciado nos “what you doing?” das redes sociais (lá vem merda), eu sempre pensei que certas frases ficariam melhores em outro idioma, se não fosse assim “libertas quae será tamen” (jurei que não ia falar disso) acompanharia a evolução (igual o Cruzeiro virou Real), (que comparação ridícula), e na virada do século passaria a se chamar (ahh todo mundo já sabe não é).

O caso da língua morta e essa história toda é que (eu gosto) algumas frases, ficam legais em outro idioma. E o interessante da língua morta é que pouca gente sabe (aeee!), e que não sofre reforma ortográfica (\o/\o/\o/\o/). Bem... nem a digital.

P.S.: Confesso! Usei o Google Tradutor pra passar pro latim, mas acho que ficou bom olha ai.

- Dat tempus at tempus ( Dê tempo ao tempo)

- Lumen semitis meis singulos crescit step (A luz do meu caminho cresce a cada passo)

- Plango verba nunquam dixi tempus ( Eu lamento nunca ter dito as palavras do tempo)

- Dolet quod non dicta verba (Dói por não ter dito palavras)

veja o trailer de Life Unexpected

domingo, 10 de outubro de 2010

Band-aid and feelings



Há momentos em nossas vidas que precisamos abandonar os curativos e seguir em frente, mesmo com a ferida aberta, pois o tempo lhe dá a oportunidade de respirar criando cicatrizes, ainda que curadas, deixam na lembrança não o sentimento da dor e sim os bons momentos que antecederam a dor, porque dela filtramos os ensinamentos que nos leva ao próximo estágio, à próxima pedra do caminho.
E sempre esperamos que ali naquela pedra, naquele estágio, esteja talvez a felicidade que procuramos. Nela não há chave de nenhuma porta, não há uma caixa de pandora com um segredo que em um piscar de olhos nos faz não querer tirar um sorriso do rosto.
Entretanto há esperanças de que no caminho encontremos a razão pela qual nosso coração bate mais forte. Por isso seguimos em frente, sem curativos...
Com a ferida ainda aberta...
Mas com o sentimento de estar bem...
Até que chegue o fim!

Dedicado a um amigo